sexta-feira, 28 de junho de 2013

SAÚDE PRESENTE NO GEC FERNANDO RODRIGUES DA SILVEIRA


No dia 26 de junho, estivemos no GEC FERNANDO RODRIGUES DA SILVEIRA, realizando a verificação da caderneta de vacina dos alunos.    Os alunos com cadernetas com atrasos  foram orientados sobre a importância da vacinação e visita a CMS SÍLVYO BRAUNNER  para atualização. 
Esta atividade foi realizada pela Enf. Cássia, Téc. de enfermagem Janine e ACS Liliane.



FIQUE SABENDO - Xô resfriado: saiba como cuidar e proteger o seu bebê

http://www.blogdasaude.com.br/
bebê
Provavelmente, uma criança terá muito mais resfriados ou infecções das vias respiratórias superiores do que qualquer outra doença durante a infância. Nos primeiros dois anos de vida, a maioria das crianças pode ter entre oito e dez resfriados por ano. E se a criança está na creche, ou se houver outras crianças mais velhas, em idade escolar, na mesma casa, o número de resfriados pode aumentar ainda mais, pois as constipações se espalham facilmente entre as crianças que estão em contato próximo com outras.
“Essa é a má notícia que traz consigo uma boa notícia também: a maioria dos resfriados desaparece por si só, sem provocar danos ou doenças mais sérias. No entanto, mais da metade das crianças atendidas em função de um resfriado comum recebe a prescrição de antimicrobianos. A terapia antimicrobiana desnecessária pode ser evitada através do reconhecimento dos sinais e dos sintomas que são parte do curso habitual dos resfriados”, explica o pediatra Moises Chencinski.
Uma pesquisa da Universidade de Michigan divulgada recentemente confirma esta teoria e revela que mais de 40% dos pais dão aos seus filhos menores de idade medicamentos para a tosse e remédios para resfriados que eles não deveriam usar. Os pesquisadores norte-americanos alertam que os efeitos colaterais do uso de medicamentos para tosse e resfriado em crianças podem incluir reações alérgicas, aumento da frequência cardíaca, sonolência ou insônia, respiração lenta e superficial, confusão ou alucinações, convulsões, náusea e constipação.

Sinais e sintomas de um resfriado

Uma vez que o vírus está presente e se multiplicando, a criança pode desenvolver os seguintes sintomas: corrimento nasal (em primeiro lugar, um corrimento claro, mais tarde, um mais grosso); espirros; febre moderada, em particular à noite; diminuição do apetite; dor de garganta e, talvez, dificuldade para engolir; tosse; irritabilidade; e gânglios um pouco inchados.
“Se a criança tem um resfriado comum, sem complicações, os sintomas devem desaparecer gradualmente entre cinco/sete dias”, explica o médico.

FComo os resfriados se espalham por aí…

Resfriados são causados por vírus, que são organismos infecciosos extremamente pequenos (muito menores do que as bactérias). Um espirro ou tosse pode transferir diretamente um vírus de uma pessoa para outra. O vírus também pode ser transmitido indiretamente, da seguinte maneira:
1) A criança ou adulto infectado com o vírus, ao tossir, espirrar ou tocar o nariz faz a transferência de algumas das partículas de vírus para sua mão;
2) Ela então toca a mão de uma pessoa saudável;
3) Esta pessoa saudável leva a mão recém-contaminada ao próprio nariz, introduzindo assim o agente infeccioso no lugar onde ele pode se multiplicar e crescer: o nariz ou a garganta. Logo depois, os sintomas do resfriado começam a se desenvolver;
4) Este ciclo repete-se seguidamente, com o vírus sendo transferido desta criança ou adulto recém-infectado para o próximo susceptível, e assim por diante.

O tratamento do resfriado

Uma criança mais velha com um resfriado geralmente não precisa ir ao médico, a menos que a condição se torne mais grave. “Mas, se ela é mais novinha, ao primeiro sinal da doença, o pediatra precisa ser consultado. Com um bebê, os sintomas podem ser enganosos e o que parece ser um simples resfriado pode ser o princípio de doenças mais graves que podem evoluir rapidamente, como a bronquiolite, otites ou pneumonia viral”, recomenda Chencinski.

É hora do médico entrar em ação

Você deve procurar um pediatra quando:
  • As narinas estão se ampliando a cada respiração, a pele acima ou abaixo das costelas é sugada a cada respiração (retrações) ou se a criança está respirando rapidamente ou tendo qualquer dificuldade para respirar;
  • Os lábios e as unhas ficarem azuis;
  • O muco nasal persistir por mais de dez dias;
  • A tosse simplesmente não vai embora (dura mais de uma semana);
  • A criança tem dor de ouvido;
  • A temperatura estiver acima de 37.7 graus Celsius;
  • A criança apresenta-se excessivamente sonolenta ou irritadiça.
É importante destacar que medicamentos de venda livre (OTC) para tosse e resfriado não devem ser dados a bebês e crianças menores de dois anos de idade devido ao risco de efeitos colaterais potencialmente fatais, sem que um pediatra seja consultado antes. “Vários estudos mostram que medicamentos para resfriado e tosse não funcionam em crianças menores de seis anos e podem ter efeitos colaterais potencialmente graves. É preciso ter em mente que a tosse limpa o muco do trato respiratório, e normalmente, não há nenhuma razão para suprimi-la”, explica o pediatra.
Se a criança está tendo dificuldade para respirar ou ingerir líquidos por causa da congestão nasal, é recomendado limpar o nariz com soro fisiológico em gotas ou spray, que estão disponíveis para venda sem receita médica. “Nunca utilize gotas nasais que contenham qualquer medicamento, uma vez que quantidades excessivas podem ser absorvidas, trazendo efeitos colaterais indesejáveis importantes. Só use gotas nasais salinas normais recomendadas pelo pediatra”, alerta.
  • Colocar um umidificador no quarto também pode ajudar a manter as secreções nasais mais fluidas, proporcionando maior conforto à criança, mas o aparelho deve ser desligado após, no máximo, duas horas de uso.
  • Certifique-se de limpar e secar o umidificador completamente a cada uso para evitar a contaminação bacteriana ou mofo.
  • Vaporizadores de água quente não são recomendados, pois podem causar queimaduras.
Prevenção dos resfriados
- Tente ao máximo manter o bebê longe das pessoas resfriadas;
- Se a criança já está com resfriado, é bom ensiná-la  a tossir e espirrar longe dos outros, além de usar um lencinho para tossir e limpar o nariz com regularidade;
- Lavar as mãos regularmente durante o dia também irá reduzir a propagação dos vírus.
“E, por fim, é bom lembrar que criança doente deve ficar em casa para se proteger e também para não correr o risco de contaminar outras crianças”, lembra Chencinski.

FIQUE SABENDO - Autismo: onde buscar ajuda

http://www.blogdasaude.com.br/
Autismo: onde buscar ajuda:
CQuando uma criança é diagnosticada com autismo, a família não sabe “por onde começar”, onde buscar ajuda e o que isso realmente significa. Para ajudar os pais, a PROTESTE fez uma relação completa de associações, centros, escolas e outras instituições voltadas ao autismo em todo o País, por Estado (em ordem alfabética). Confira:
• Alagoas
AMA- AL – Associação de Amigos do Autista de Alagoas
Rua Jades Isidro Malta Araujo, 158, Stella Mares – Jupiúca
Maceió – AL
Fone: (82) 3316-3573 (82) 8855-9422
www.autismoalagoas.org.br
ASSISTA – Associação de Pais e Amigos do Autista
Av. Jorge Montenegro de Barros, 151 – Santa Amélia
Maceió – AL
Fone: (82) 3332-4083
assistamaceio@gmail.com
• Amazonas
AMA- Associação de Amigos do Autista no Amazonas
Rua 2, Bloco 09, Loja 1, Conjunto ICA-Paraíba – Bairro de Adrianopol
Manaus – AM
Fone: (92)3536-3494
telmaviga@hotmail.com
• Bahia
AMA- BA – Associação de Amigos do Autista
Rua Macedo de Aguiar, 98 – Pituaçu
Salvador- BA
Fone: (71) 3363-4463
NESPI – Associação de Pais e Amigos de Crianças e Adolescente com Distúrbio de Comportamento
Rua Alberto Fiúza, 500 – Imbuí
Salvador – BA
Fone: (71) 3231-1502
• Ceará
APAE IGUATU
Rua Ianne Silva Alexandra, 529 – Centro
Iguatu – CE
Fone: (88) 3581-1737
iguatu@apaebrasil.org.br
Fundação Especial Permanente Casa da Esperança
Rua Francílio Dourado- no. 11. Bairro Água Fria
Fortaleza – CE
Fone: (85) 3081-4873 – (85) 32783160. Fax- (85) 32736961
www.autismobrasil.org
Fundação Projeto Diferente
Rua José Vilar, 938 – Meireles
Fortaleza – CE
Fone: (85)3224-8831
fprojetodiferente@yahoo.com.br
• Distrito Federal
AMA DF
EPNB km 4 especial s/n – Granja do Riacho Fundo – Riacho Fundo I
Brasília- DF
Fone: (61) 3399-4555
www.ama-df.org.br
contato@ama-df.org.br
Federação Nacional das APAES
SDS Venâncio IV Cobertura
Brasília – DF
Fone: (61) 3224-9922
www.apaebrasil.com.br
fenapaes@apaebrasil.org.br
• Espírito Santo
AMA – ES – Associação dos Amigos dos Autistas do Espírito Santos
Av. Fernando Ferrari, 2115 – Goaiabeiras
Vitória – ES
Fone: (27) 3327-1836
www.amaesvitoria.org.br
• Goiás
AMA- GO – Associação de Amigos do Autista de Goiânia
Praça C. 164, S/N – Jardim América
Goiânia – GO
Fone: (62) 3291-4478
AMA- Itumbiara- Associação de Amigos dos Autistas de Itumbiara
Av. Sul Goiana n°13 – Vila Mutirão
Itumbiara – GO
Fone: (64) 3404- 1078
amautistaitumbiara@hotmail.com
• Maranhão
AMA- Caxias – Associação de Amigos do Maranhão
Rua Professora Correia N°1208 – Centro
Caxias – MA
Fone: (99) 3521-5090
AMA – São Luís – Associação de Amigos do Autista do Maranhão
Rua das Andorinhas, Quadra11, Casa 06 – Renascença II
São Luís – MA
Fone: (98) – 3227-6379
• Mato Grosso do Sul
AMA- Campo Grande – Associação de Pais e Amigos do Autista
Rua Jose Antonio, 2917 – Monte Castelo
Campo Grande – MS
Fone: (67)3325-5135
Centro de Desenvolvimento do Potencial Humano: Raio de Luz
Rua Tenente Tinoco, 261 – Taveirópolis
Campo Grande – MS
Fone: (67) 3331-4690
eraiodeluz@hotmail.com
• Minas Gerais
APAE- Itabira – MG – Associação de Pais e Amigos de Excepcionais
Rua José de Alencar, 385 – Machado
Itabira – MG
Fone: (31) 3834-0101
apaeitabira@yahoo.com.br
APAE – Três Pontas – MG – Associação de Pais e Amigos e Excepcionais
Rua Barão da Boa Esperança, N° 420 – Centro
Três Pontas – MG
Fone: (35) 3265-1127
www.apaetp.org.br
APAPE- MG – Associação de Pais e Amigos de Pessoas Especiais
Rua Cambuquira, 489 – Calos Prates
Belo Horizonte- MG
Fone: (31) 3324-3205
apapebh@apapebh.com.br
www.apapebh.org.br/
Instituto Autismo e Otimismo
Av. Princesa Izabel, 1050 – Centro
Uberlândia – MG
Fone: (34)3235-04-65
• Pará
Fundação Casa da Esperança – Filial Pará
Rua Passagem Evangélica, n°7 – Coqueiro
Ananindeua – PA
Fone: (91) 3237-7985
www.casadaesperanca.org
• Paraíba
AMA- PB – Associação dos Pais e Amigos do Autista da Paraíba
Rua tabelião José Ramalho Leite, n°1840 – Cabo Branco
João Pessoa – PB
Fone: (83) 3045-2980
ETMA – Espaço Terapêutico Mundo Autista
R. Maria Caetano Fernandes de Lima, 340 – Tambauzinho
João Pessoa – PB
Fone: (83) 3042-0844
• Paraná
AMA- PR- Associação Maringaense dos Autistas
Rua Marcelino Venâncio, 30 – Jardim Alto da Boa Vista
Maringá – PR
Fone: (44) 3265-8921
amamaringa@hotmail.com
APROAUT- Associação de Proteção dos Autista
Rua Francisco Guilhermino, 166 – Santa Lucia
Ponta Grossa- PR
Fone: (42) 3238-1377
Centro Conviver
Unidade I
Rua Margaida Dallarme, 151 – Santa Felicidade
Curitiba – PR
Fone: (41)3273-3047
Unidade II
Rua Nilo Peçanha, 380 – Bom Retiro
Curitiba – PR
Fone: (41) 3022-3047
www.centroconviver.com.br
UNIPP- Unidade de Neurologia Infantil Pequeno Príncipe
Av. Iguaçu, 1458 – Água Verde
Curitiba – PR
Fone: (41) 3310-1338
www.neuropediatria.org.br
• Pernambuco
Clinica Somar
Rua Marquês de Maricá, 48– Torre
Recife – PE
Fone: (81) 3441-5656
somarecife@hotmail.com
• Piauí
AMA- PI – Associação de Amigos dos Autistas
Rua José Clemente Pereira , s/n – Primavera
Teresina – PI
Fone: (86) 3216-3385
• Rio de Janeiro
Associação Mão Amiga
Rua Sargento Antonio Ernesto, 801 – Pavuna
Rio de Janeiro – RJ
Fone: (21) 3847-4372
www.maoamiga.org
CRADD – Centro de Referencia e Apoio às Desordens do Desenvolvimento
Rua Álvaro Ramos, 59 casa 1 – Botafogo
Rio de Janeiro – RJ
Fone: (21) 3209-1762
www.cradd.org.br
cradd@cradd.org.br
CRIARTE – Centro de Estimulação e Psicopedagogia
Rua Goiânia, 26 – Andaraí
Rio de Janeiro – RJ
Fone: (21) 2570-4873
Centro de Desenvolvimento Humaitá
Rua Senador Correia, 48,56,58 – Laranjeiras
Rio de Janeiro – RJ
Fone (21) 2558-3760
www.cdhumaita.com.br
Escola Especial Crescer
Rua 124 n 53 – Piratininga
Niterói – RJ
Fone: (21) 2619-6601
escolaespecialcrescer@gmail.com
GAAPE- Grupo Amigos do Autismo de Petrópolis
Av. Presidente Kennedy, 828 – Centro
Petrópolis- RJ
Fone: (24) 2242-5381 (24) 3111-2473
www.gaape.org.br
gaape@hotmail.com
Obra Social Dona Meca
Rua Gazeta da Noite, 302 – Taquara
Rio de Janeiro – RJ
Fone: (21) 2446-3674
contato@osdm.org.br
Um Lugar ao Sol – Centro Educacional
Av. General Guedes da Fontoura, 880 – Barra da Tijuca
Rio de Janeiro – RJ
Fone: (21) 2493-2267
www.lugaraosol.com.br
• Rio Grande do Sul
AMA- RS- Associação de Amigos do Autista de Farroupilha
Rua Coronel Pena de Moraes, 610 A- São Luiz
Farroupilha – RS
Fone: (54) 9975-3118 (54) 9945 2735 – Fax: (54) 9973 0460
amafar@terra.com.br
Associação Gota d´Água
Rua São Paulo, 60 – Centro
Bento Gonçalves – RS
Fone: (54) 3453-2581
Associação Mantenedora Pandorga
Rua Pedra Peres, n° 141 – Rio Branco
São Leopoldo – RS
Fone: (51) 3588-7799
www.pandorgaautismo.org/
apandorga@terra.com.br
AUMA – Associação dos Amigos da Criança Autista de Passo Fundo
Rua Scarpelini Ghezzi, 353 – Vila Lucas Araújo
Passo Fundo – RS
Fone: (54) 3312-9707
emautistas@pmps.rs.gov.br
CEATE- Centro Especializado em Atendimento Terapêutico Educacional
Rua João de Magalhães, 38 – Passo D´areia
Porto Alegre – RS
Fone: (51) 3345-2915
Centro de Apoio Repensar
Rua Joaquim Ribeiro, 120 – Centro
Guaíba – RS
Fone: (51) 3480-4989
http://www.centrorepensar.com.br
Espaço Crescer
Rua Afonso Rodrigues, 362 – Jardim Botânico
Porto Alegre – RS
Fone: (51) 3336-1410
jfchamun@yahoo.com.br
Re-fazendo Assessoria Educacional Especial
Av. Farrapos, 985 Sala01 – Floresta
Porto Alegre – RS
Fone: (51) 8419-6238
autismobrasilsite@hotmail.com
• Rondônia
AMA- RO- Associação de Pais e Amigos do Autista de Rondônia
Rua Iguatemi, 60 – Vila da Eletronorte – Eletronorte
Porto Velho – RO
Fone: (69) 3213-2299
• Santa Catarina
AMA- SC – Jaraguá do Sul – Associação de Amigos do Autista de Jaraguá do Sul
Rua Gustavo Friedemann, 134 – Vila Lalau
Jaraguá do Sul – SC
Fone: (47) 3370-1550
AMA- SC- Joinville – Associação de Amigos do Autista de Joinville
Rua José Gerard Rolin Filho, 185
Joinville – SC
Fone: (47) 3425-5649
AMA – SC – Florianópolis – Associação de Amigos do Autista Florianópolis
Rua Souza Dutra n°838 – Estreito
Florianópolis – SC
Fone: (48) 3025-5140
www.amaflorianopolis.org.br
AMA- REC/SC – Associação de Pais e Amigos dos Autistas da Região Carbonífera de Santa Catarina
Rua Antonio Gabriel Machado, 320 – São Cristóvão
Criciúma – SC
Fone: (48)3462-9804
amarecsc@hotmail.com.br
AMA- SC – Lages – Associação dos Pais e Amigos dos Autistas de Lages
Rua Melvin Jones 30, Vila Nova
Lages – SC
Fone: (49) 3223-7470
Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
Rua Salgado Filho 774 – Centro
Caibi – SC
Fone: (49) 3648-0216
• São Paulo
COE- Centro de Orientação e Encaminhamento para Pessoas com Deficiência e Familiares
Fone: 0800-773-3723
AMA – SP- Associação de Amigos do Autista
Rua do Lavapés, 1123 Cambuci
São Paulo – SP
Fone: (11) 3376-4400
www.ama.org.br
AMA-ABC – Associação de Amigos do Autista
Av. Utinga 1971 – Vila Metalúrgica
Santo André – SP
Fone : (11) 4997-0278
ADEFAV – Centro de Habilitação e Reabilitação
Rua Clemente Pereira, 286 – Ipiranga
São Paulo – SP
Fone: (11)3571-9511
AMA – Ribeirão Preto – Associação de Amigos do Autista de Ribeirão Preto
Rua Nélio Guimarães, 184 – Alto da Boa Vista
Ribeirão Preto – SP
Fone: (16) 3623-4905
www.amaribeirao.org.br
AMAS- Associação de Amigos do Autista de Sorocaba
Rua Nova Odessa, 201 – Jardim Vera Cruz
Sorocaba – SP
Fone: (15) 3334-4400
www.amas.com.br
Associação de Pais, Amigos e Educadores do Autista de Jaú
Av. do Café, 103- Vila Ivan
Jaú – SP
Fone: (14) 3626-1079
eeautistajau@ig.com.br
CAJU- Centro de Aprendizagem do Autismo em Jundiaí
Rua Rodrigo Soares de Oliveira, 262 – Anhangabaú
Jundiaí – SP
Fone: (11) 4521-2248
CEDAP- Centro de Estudos e Desenvolvimento do Autismo e Patologias Associadas – APAE Unidade II
Av. Capitão Antonio Joaquim Mendes, 661 – Centro.
Pirassununga – SP
Fone: (19) 3561-1268
Centro Municipal de Habilitação e Reabilitação – Arco –Iris
Rua Treze de Maio, 206 – Centro
Itapecerica da Serra- SP
Fone: (11) 4667-4679
Centro Terapêutico Educacional Lumi
Rua Campos do Jordão, 150 – Butantã
São Paulo – SP
Fone: (11) 3722-2256 (11) 4113-0025
www.centrolumi.com.br
CONVIVER- Associação de Integração ao Jovem Especial
Rua Conde Vicente de Azevedo, 60 – Ipiranga
São Paulo – SP
Fone: (11) 2272-3727
Escola Indianópolis
Rua Antonio de Macedo Soares, 414 – Campo Belo
São Paulo – SP
Fone: (11) 5543-6333
Escola Paulista de Educação Especial
Rua José Monteiro Filho, 184 – Jardim do Mar
São Bernardo do Campo – SP
Fone: (11) 4330-2547
Escola Fundação Mercedes de Andrade Martins
Av Mercedes de Andrade Martins, 777 Gramado km 21,5 da Rod. Raposo Tavares
Cotia –SP
Fone: (11) 4612-2550
GRADUAL- Grupo de Intervenção Comportamental
Rua Costa Carvalho, 231 – Pinheiros
São Paulo – SP
Fone: (11) 3559-7737
www.grupogradual.com.br/html
Grupo de Apoio ao Indivíduo com Autismo e Afins
Rua Major José Mariotto Ferreira, N° 96 – Vila Bethânia
São José dos Campos –SP
Fone: (12) 3302-5756
www.gaiasjc@org.br
Interação Núcleo de Assistência ao Excepcional
Rua Luisiânia, 185 – Brooklin Novo
São Paulo – SP
Fone: (11) 5041-0084
Núcleo de Integração Luz do Sol
Estrada Tocantins, 776 – Jardim Estância Brasil
Atibaia SP
Fone: (11) 4418-5199
nucleoluzdosol@nucleoluzdosol.com.br
Vida Escola Integrada de Educação Especial
Rua Costa Rego, 43 A – Vila Guilhermina
São Paulo-SP
Fone: (11) 2654-0451
Internato Casa de Davi
Rodovia Fernão Dias, km 82 (próximo ao bairro vila Galvão)
São Paulo – SP
Fone: (11) 2453-6600
www.casadedavid.org.br
• Sergipe
AMAS- Associação de Amigos do Autista de Sergipe
Rua Péricles Vieira de Azevedo, 112 – Coroa do Meio
Aracajú – SE
Fone (79)3255-2481

OUTROS

Autismo e Realidade
www.autismoerealidade.org
Federação Nacional das APAES
www.apaebrasil.org.br

FIQUE SABENDO - Saiba o que é Lúpus – a doença da personagem Paulinha de “Amor à Vida”

http://www.blogdasaude.com.br/
Imagem: TV Globo
Imagem: TV Globo
Quem acompanha a novela “Amor à Vida”, da Rede Globo, deve ter visto o caso da personagem Paulinha, uma menina de 12 anos que teve o diagnóstico de Lúpus. Por trazer o tema à tona, fizemos uma pesquisa e reunimos aqui neste post informações sobre essa doença autoimune rara, mais frequente em mulheres.

O que é Lúpus?

É uma doença inflamatória desencadeada por um desequilíbrio no sistema imunológico, aquele responsável pela defesa do corpo. Acontece que esse sistema passa a combater o próprio organismo, daí o termo “autoimune”. Não tem cura, mas com medicações corretas e cuidados apropriados a pessoa pode conviver com a doença.
No caso da Paulinha, da novela, o sistema está atacando o fígado e, por isso, os “médicos” da ficção buscam um doador compatível para parte do órgão.

Causas do Lúpus

As causas são multifatoriais, sendo a genética o ponto fundamental para o desenvolvimento do Lúpus. Em pessoas que têm casos da doença na família, alguns fatores ambientais (como exposição ao sol, o uso de certos medicamentos, alguns vírus e bactérias) e hormonais (estrógeno/ feminino) podem colaborar para o aparecimento da doença.

Sintomas

borboleta_desenho
Em determinado capítulo da novela, antes de ter o diagnóstico da doença, um “doutor” da ficção mostra preocupação ao notar uma mancha no formato de “asa de borboleta” no rosto da garota. Na verdade, esse sintoma é um dos 11 critérios de diagnóstico da “American College of Rheumatology”.
O Lúpus pode desencadear diversos sintomas dependendo do paciente e do órgão afetado. Entretanto, em geral, o paciente também apresenta sintomas mais característicos da doença. Os mais frequentes são:
  • Pequenas feridas recorrentes na boca e no nariz;
  • Dores articulares, nas juntas, geralmente de caráter não inflamatório;
  • Manchas avermelhadas na pele, que formam uma asa de borboleta - lesão que surge nas regiões laterais do nariz e prolonga-se horizontalmente pelas bochechas. Geralmente, apresenta um aspecto clínico descamativo, isto é, se a lesão for raspada, descama profusamente;
  • Sensibilidade exagerada ao sol (Fotossensibilidade) – quando mínimas exposições provocam queimaduras muito intensas na pele, especialmente na pele do rosto, do dorso e de outras partes do corpo mais expostas ao sol nas praias e piscinas.

Exames de diagnóstico

São feitos exames de sangue como, por exemplo, o FAN (fator antinúcleo) e outros que detectam a presença de autoanticorpos (exemplo: anti-DNA) mais específicos do lúpus e que também ajudam no diagnóstico.

Tratamento

Medicamentos ajudam a controlar as crises e a evolução da doença, pois regulam o sistema imunológico. O tratamento deve ser individualizado, focado em cada paciente.

Cuidados

Já está comprovado que alguns cuidados são fundamentais para o controle da doença.
  • Pacientes com lúpus devem evitar a exposição ao sol e usar protetores solares o dia todo;
  • Os anticoncepcionais são contraindicados, porque o aumento dos níveis de estrógeno pode desencadear surtos da doença;
  • Portadoras da doença que desejam engravidar devem seguir rigorosamente a orientação medica e dar preferência aos períodos de remissão das crises;
  • O consumo de álcool, cigarro e outras drogas é absolutamente contraindicado;
  • Respeitadas as limitações que possam ocorrer durante as crises, a atividade física deve ser mantida com regularidade.

FIQUE SABENDO - Assédio moral – O que é e Como prevenir

http://www.blogdasaude.com.br/
interrogacao_pessoasOs Gestores de Pessoas e profissionais de Recursos Humanos devem estar preparados para prevenir, reconhecer e agir diante de uma suspeita de Assédio Moral dentro da corporação, situação que deve ser encarada como inadmissível. Para promover o conhecimento desses profissionais neste campo, a Associação Paulista de Recursos Humanos e de Gestores de Pessoas – AAPSA realizou um treinamento no dia 20 de junho, em São Paulo.
A Victory Consulting, como Patrocinadora Ouro da AAPSA, apoia a realização de eventos que promovem o debate de assuntos que interferem diretamente nas boas práticas das empresas. “É fundamental para esses profissionais o conhecimento do Assédio Moral, tema que exige das organizações o máximo de cuidado. Por isso, é importante participar de eventos da AAPSA, que tem feito um excelente papel no desenvolvimento desses líderes”, ressalta Vera Lucia Bejatto, Presidente da Victory.
Os participantes do treinamento – gestores, líderes, profissionais de Recursos Humanos, superintendentes e coordenadores de diversas empresas – compartilharam histórias e situações que levantaram dúvidas quanto à caracterização do Assédio Moral. Essa troca de informações foi uma introdução à palestra “Assédio Moral: organizações omissas serão prejudicadas” ministrada por Luciana Galvão, especialista em advocacia preventiva empresarial, consultora jurídica empresarial e sócia da Galvão e Freitas Advogados.
Segundo Luciana, os problemas de comunicação entre o líder e seus colaboradores podem levar a um diagnóstico errado de Assédio Moral. Isto porque em um ambiente de trabalho a mensagem passa pela interpretação (e sensibilidade) de cada interlocutor e, por isso, a comunicação sempre deve ser feita com tolerância e respeito.
O que caracteriza o Assédio Moral?
O Assédio Moral é caracterizado pela REPETIÇÃO de condutas de ofensa à dignidade de uma pessoa, seja com palavras, gestos, atos e/ou omissão; causando humilhação e constrangimento; afetando o patrimônio moral, estético, religioso; e ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho. Ele pode ocorrer em todos os níveis hierárquicos da organização, ou seja, do líder com o seu subordinado; entre os próprios colegas de trabalho de mesmo nível hierárquico; e do subordinado para com seu superior.
Abaixo, confira exemplos de situações que são reconhecidas como Assédio Moral.
1 – No que diz respeito à deterioração PROPOSITAL das condições de trabalho:
  • Retirar da vítima a autonomia;
  • Não lhe transmitir mais as informações úteis para a realização de tarefas;
  • Contestar sistematicamente todas as suas decisões;
  • Criticar seu trabalho de forma injusta ou exagerada;
  • Privá-la de acesso aos instrumentos de trabalho: fax, telefone, computador, mesa, cadeira, entre outros;
  • Retirar o trabalho que normalmente lhe compete;
  • Dar-lhes permanentemente novas tarefas;
  • Atribuir-lhe proposital e sistematicamente tarefas superiores às suas competências;
  • Pressioná-la para que não faça valer seus direitos (férias, horários, prêmios);
  • Agir de modo a impedir que obtenha promoção;
  • Atribuir à vítima, contra a vontade dela, trabalhos perigosos;
  • Atribuir à vítima tarefas incompatíveis com sua saúde;
  • Causar danos morais, psicológicos, físicos entre outros, em seu local de trabalho;
  • Dar-lhe deliberadamente instruções impossíveis de executar;
  • Não levar em conta recomendações de ordem médica indicadas pelo médico do trabalho;
  • Induzir a vítima ao erro;
  • Controlar suas idas ao médico;
  • Advertir a vítima em razão de atestados médicos ou de reclamação de direitos;
  • Contar o tempo de permanência ou limitar o número de vezes em que o trabalhador vai ao banheiro.
2 – Isolamento e recusa de comunicação
  • A vítima é interrompida constantemente;
  • Os superiores hierárquicos ou colegas não dialogam com a vítima;
  • A comunicação com a vítima passa a ser unicamente por escrito;
  • Recusa de todo contato com a vítima, mesmo o visual;
  • A pessoa é posta separada dos outros;
  • Ignorar a presença do trabalhador, dirigindo-se apenas aos outros;
  • Proibir os colegas de falarem com o trabalhador;
  • Não deixar a pessoa falar com ninguém;
  • A direção recusa qualquer pedido de entrevista;
  • Não repassar o trabalho, deixando o trabalhador ocioso.
“São casos em que as ações são direcionadas a uma pessoa – ou até mais pessoas -, com intuito de diferenciá-la claramente dos demais colegas de trabalho e forçar uma condição para que ela vá embora”, esclarece Luciana. Ela cita alguns outros exemplos: não dar folga a uma determinada pessoa, mas dar aos demais colegas de trabalho; fazer ameaças a fim de causar medo “ou você faz, ou você é mandado embora”; estimular abusivamente a competição entre os trabalhadores ou equipes de trabalho; reclamar dos problemas de saúde dos funcionários; chamar a atenção para constranger uma pessoa na frente dos colegas; etc.
3 – Atentado contra a dignidade
  • Utilização de insinuações desdenhosas para desqualificá-la;
  • Realização de gestos de desprezo diante dela (suspiros, olhares desdenhosos, levantar de ombros);
  • A pessoa é desacreditada diante dos colegas, superiores e subordinados;
  • São propagados rumores a respeito do trabalhador;
  • São atribuídos problemas psicológicos (por exemplo: afirmações de que a pessoa é doente mental);
  • Zombaria sobre deficiências físicas ou sobre aspectos físicos; a pessoa é imitada ou caricaturada;
  • Críticas à vida privada do trabalhador;
  • Zombarias quanto à origem ou nacionalidade;
  • Provocação quanto as suas crenças religiosas ou convicções políticas;
  • Atribuição de tarefas humilhantes;
  • São dirigidas injúrias com termos obscenos ou degradantes.
4 – Violência verbal, física ou sexual
  • Ameaças de violência física;
  • Agressões físicas, mesmo que de leve, a vítima é empurrada, tem a porta fechada em sua face;
  • Somente falam com a pessoa aos gritos;
  • Invasão da vida privada com ligações telefônicas ou cartas;
  • A vítima é seguida na rua, inclusive, em vários casos é espionada diante do domicílio;
  • São feitos estragos em seu automóvel;
  • A pessoa é assediada ou agredida sexualmente (gestos ou propostas);
  • Os problemas de saúde da pessoa não são considerados;
  • O assediado somente é agredido quando está a sós com o assediador.
Os reflexos em quem sofre Assédio Moral são extremamente significativos, vão desde a queda da autoestima até a existência de problemas de saúde, entre eles: depressão, angústia, estresse, crises de competência, crises de choro, mal-estar físico e mental; Cansaço exagerado, irritação constante; Insônia, pesadelos, alterações no sono; Diminuição da capacidade de concentração e memorização; Isolamento, tristeza, redução da capacidade de fazer amizades; Falta de esperança no futuro; Mudança de personalidade, reproduzindo as condutas de violência moral; Mudança de personalidade, passando a praticar a violência na família; Aumento de peso ou emagrecimento exagerado; Distúrbios digestivos, aumento da pressão arterial, tremores e palpitações.
O conhecimento de todas as características do Assédio Moral descritas acima é a chave para a prevenção, assim como a comunicação. “Tem que deixar claro para toda a corporação que não se aceita Dano Moral e isso tem que estar na Política da Empresa”, sublinha Luciana Galvão. A advogada acredita que a criação de canais de comunicação para denúncias em sigilo e a composição de comissões e equipes multidisciplinares – com representantes da empresa – são ações que colaboram para a prevenção de possíveis processos trabalhistas de Assédio Moral.
Segundo Luciana, quando a empresa deixa claro que Dano Moral é uma conduta não aceitável no ambiente de trabalho, o funcionário que proceder com qualquer atitude desrespeitosa pode até ser dispensado por justa causa. “As companhias têm o dever de zelar por um ambiente de trabalho sadio, sob pena de serem responsabilizadas e terem de pagar uma indenização a quem for vítima de tal situação”, ressalta.
Diante do Código Civil, as organizações são responsáveis pelos atos dos seus funcionários e mesmo que seja difícil controlar a todo tempo as suas ações, há uma obrigação legal da empresa: promover o respeito e a dignidade da pessoa.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Educação ambiental para um planeta melhor

http://bairroeducador.blogspot.com/
Os estudantes da Escola Municipal Cornélio Pena, BE Irajá, visitaram no dia 26 de junho a exposição “Casa Sustentável” no SESC São João de Meriti. Esta atividade faz parte de ações realizadas no mês de junho, que é considerado o mês do Meio Ambiente.

            Os alunos participaram de uma atividade educativa sobre sustentabilidade com a professora, que demonstrou a importância da energia renovável através dos processos naturais relacionados ao vento e aos raios solares.


Através de brincadeiras os estudantes aprenderam sobre o significado da palavra sustentabilidade, que tem como princípio o cuidado com os recursos naturais para que esses possam ser preservados para utilização das próximas gerações.

Os alunos aprenderam sobre os danos que a energia não renovável provoca ao meio ambiente, como por exemplo, o petróleo e o carvão.


A “Casa Sustentável” demonstrou para os estudantes que é possível utilizar fontes de energia renováveis através do sistema de iluminação solar e do sistema de captação da água da chuva. A casa possui um sistema baseado na reutilização de recursos naturais, tendo como proposta a redução dos danos ao meio ambiente.

Esta atividade teve como objetivo promover o acesso à educação ambiental, dando importância à conscientização a favor da preservação do meio ambiente, da reciclagem. A atividade também proporcionou uma nova forma de apreciação da natureza, pois é através dela que são oferecidos os recursos para a sobrevivência humana.


            O projeto Bairro Educador agradece ao SESC de São João de Meriti pela receptividade com os estudantes e pela parceria.

ATENÇAO COM SUA AUDIÇÃO - Festa Junina: Muita festa e perigo para a audição

http://www.blogdasaude.com.br/
festa junina
Fonte: Baruco Comunicação
Fogos de artifícios, rojões e bombinhas estão sempre presentes nas festas de São João, comuns nesta época do ano. O que muita gente não sabe são os riscos que tudo isso pode trazer, então aqui vale o alerta da fonoaudióloga Elisabetta Radini, responsável pela área de audiologia na empresa Oto-Sonic.  “Fogos de artifícios podem gerar perdas auditivas severas e irreversíveis. É preciso tomar muito cuidado”.
De forma perceptível, as internações envolvendo acidentes com fogos de artifícios totalizaram 578, em 2011, e 580, em 2012 – sem contar os casos de morte -, os dados são do Ministério da Saúde. Igualmente prejudiciais, embora muitas vezes passe desapercebido, são os casos de perda auditiva, temporário ou permanente.
O grande problema é a intensidade do barulho dos fogos, em especial do rojão. Mas, a fonoaudióloga lembra que é preciso avaliar também a proximidade com que eles são estourados das pessoas. O trauma acústico pode ocasionar perda auditiva uni ou bilateral e é preciso estar atento, pois geralmente, a perda auditiva é unilateral (de um único lado), com queixa de aparecimento imediato de zumbido.
blog_piscandoAzulClaroEm todo caso de trauma acústico, o mais indicado é procurar um médico otorrinolaringologista, para avaliar se a perda causada pelos fogos será temporária ou irreversível.
O trauma acontece devido ao pico de pressão sonora que exerce no momento do estouro, que chega a 140 dB. Radini lembra que um volume de 85 decibéis é suportável por até oito horas consecutivas. Para cada cinco decibels a mais, o limite de horas cai pela metade. Se fosse um som ininterrupto, o estouro dos fogos de artifício seriam suportáveis por apenas 0,23 segundos.
Segundo o protocolo do Ministério da Saúde, o PAIR (Perda Auditiva Induzida por Ruído), geralmente, a intensidade sonora capaz de provocar trauma acústico é de 120dB (NA*) ou 140dB (NPS**), tendo como origem explosões de fogos de artifícios, disparos de armas de fogo, entre outros.  Estudos revelam que esta intensidade pode ser medida a 3 metros de distância da explosão.
Elisabetta Radini ressalta: “na grande maioria dos casos, a perda é irreversível”. Ela explica que isso acontece porque o som produzido é muito forte. “O som vai percorrer todo ouvido, chegando às células, pois o barulho é rápido e inesperado. Por este motivo, o ouvido não tem tempo de se proteger, fazendo com que o som atinja as primeiras células da cóclea, que são as responsáveis pelas frequências agudas.”
No caso de ocorrer um trauma temporário, a fonoaudióloga lembra que alguns cuidados precisam ser tomados. “É necessário que a pessoa que já está com perda auditiva temporária evite ambientes ruidosos e até mesmo alguns medicamentos que podem favorecer a evolução do quadro, conforme orientação médica”, afirma Elisabetta. “O ideal, em casos de trauma acústico, é sempre procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação mais criteriosa” alerta.

  • *dB NA (nível auditivo) = é o nível sonoro que o nosso ouvido percebe
  • ** dB NPS (nível de pressão sonora) =  é o nível medido por um equipamento 

FIQUE SABENDO - 10 sinais de alerta para sua visão

http://www.blogdasaude.com.br/
olhos_desenhos_thinkstock
Imagem: Thinkstock
Manchas, dor súbita nos olhos, visão nublada, pontos cegos e “moscas volantes” no campo de visão são alguns dos sinais que podem indicar problemas oculares em qualquer idade. Com o envelhecimento, o risco aumenta e a melhor maneira de evitar problemas de visão a medida que a idade avança é manter os exames oftalmológicos com regularidade e saber reconhecer alguns sintomas.
“Em muitos casos, tais como um descolamento da retina ou um rápido início do glaucoma, uma intervenção rápida é essencial para evitar ou minimizar a perda permanente da visão”, alerta o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.
Confira abaixo uma lista prepara pela equipe oftalmológica do IMO com alguns sinais e sintomas que podem indicar uma emergência médica. Na maioria dos casos listados, o mais apropriado é consultar um oftalmologista imediatamente:
  • Manchas e moscas volantes no campo de visão
Geralmente, manchas e moscas volantes são provocadas por uma condição benigna, frequentemente relacionada à idade, chamada de descolamento do vítreo. Isto ocorre quando o gel do interior do olho se liquefaz e se separa da retina, onde ocorre o processamento de visão. “Mas um súbito aparecimento de manchas e moscas volantes também pode ser causado por um problema da retina. Se, de repente, o paciente começar a enxergar pontos e moscas volantes, deve procurar um oftalmologista imediatamente”, recomenda Centurion.
  • Uma sensação de que uma cortina escura se instalou em todo o seu campo de visão
“Isto pode ser causado por um descolamento da retina, que ocorre quando a retina se separa da camada subjacente de vasos sanguíneos nutritivos (coróide). Se a retina não é recolocada em questão de horas, pode haver perda total de visão”, explica a oftalmologista Roberta Velletri do IMO.
  • Dor súbita nos olhos, visão embaçada, vermelhidão, náuseas e vômitos
“Estes sintomas podem indicar um ataque súbito (agudo) de glaucoma de ângulo estreito, que pode causar danos permanentes ao nervo óptico. O tratamento imediato é necessário para evitar a perda da visão permanente”, explica a oftalmologista.
  • Uma gradual (ou súbita) redução do seu campo de visão
“Este sintoma pode significar que o paciente desenvolveu glaucoma com perda de visão nas bordas do seu campo de visão. Sem intervenção, a perda da visão vai continuar e uma perda de visão permanente pode se instalar”, diz o oftalmologista Juan Caballerodo IMO.
  • Uma perda gradual da visão central, incluindo distorções, tais como ver ondulado em vez de linhas retas
Estes sintomas podem ser causados pela degeneração macular relacionada à idade (DMRI), principal causa de cegueira entre os idosos. “Ainda não contamos com um tratamento 100% eficaz para a doença, mas existem algumas opções terapêuticas que podem efetivamente retardar a progressão da degeneração macular. Alguns tratamentos podem até mesmo ajudar o paciente a recuperar a visão perdida devido à DMRI, se a terapia for iniciada logo no início da doença”, explica Juan Caballero.
  • Visão nublada e turva, “halos” ao redor das luzes à noite e perda de visão de cores brilhantes, lenta e progressivamente
“Estas alterações visuais podem ser devido à catarata. A catarata tende a piorar gradualmente ao longo do tempo e não é uma emergência médica. No entanto, como o cristalino se tornará cada vez mais embaçado com o envelhecimento, o paciente acabará por ficar cego, a menos que ele faça a cirurgia de catarata, que substitui o cristalino opaco por uma lente intraocular artificial (IOL)”, explica Virgílio Centurion. Se o paciente esperar muito tempo para realizar a cirurgia de catarata, pode aumentar suas chances de desenvolver outras complicações de visão, como o glaucoma.
  • Pontos cegos no campo de visão, acompanhados por moscas volantes e visão turva inexplicável
“Se o paciente tem diabetes, estes problemas de visão podem ser sintomas do aparecimento de uma retinopatia diabética. Exames oftalmológicos regulares são essenciais para os diabéticos, principalmente se o paciente tem mais de 60 anos de idade. Ao avaliar a condição da retina deste paciente, o oftalmologista também pode fornecer informações valiosas para o endocrinologista que controla a evolução e o tratamento de diabetes deste paciente”, afirma a oftalmologista Ticiana Mitsue Fujii do IMO.
  • Sensação de irritação, dor na superfície ocular, lacrimejamento e vermelhidão
“Estes sinais e sintomas estão comumente relacionados à síndrome do olho seco. O olho seco geralmente é mais um incômodo do que uma condição que oferece risco real à visão. Mas os sintomas, quando não tratados podem ser agravar, especialmente à medida que o paciente envelhece e produz menos lágrimas. É importante consultar um oftalmologista para aconselhamento sobre remédios que podem colaborar com o alívio destes sintomas”, recomenda o oftalmologista Juan Caballero.
  • Visão dupla, duas imagens ou  imagens “fantasmas”
“A visão dupla pode ser causada por muitas doenças oculares. Em alguns casos, a visão dupla também pode indicar uma emergência de saúde subjacente, tal como um acidente vascular cerebral. Se você tem um início súbito de visão dupla, consulte o oftalmologista, o médico da família ou um pronto-socorro imediatamente”, recomenda Juan Carlos Caballero.
  • Visão central embaçada súbita em um olho
“Se o paciente tem mais de 60 anos ou sofreu trauma ocular, sua chance de desenvolver um buraco macular aumenta muito. A mácula é a parte da retina responsável pela visão em detalhes. Um buraco macular pode piorar a visão de perto, principalmente por causar distorção na imagem central e causar perda permanente da visão quando resulta no descolamento de retina. É importante visitar o oftalmologista para um diagnóstico e tratamento rápidos”, diz a oftalmologista Roberta Velletri.
blog_piscandoRoxoVocê pode reduzir suas chances de desenvolver problemas oculares graves, mantendo um estilo de vida saudável e realizando exames oftalmológicos com regularidade.

IDEIA - Como tratar a prevenção do uso de drogas nas escolas

http://www.blogeducacao.org.br/
“Tive muitos amigos de escola que se perderam nas drogas. Apesar de ser nova, já vi muitos jovens usuários saírem da escola”, declarou Thifani Ohana dos Santos, de 14 anos, aluna da Escola Estadual Fadlo Haidar, em São Paulo (SP). O uso de drogas por adolescentes tem sido evidenciado em vários estudos brasileiros, que apresentam elevadas taxas. Entre estudantes, a parcela dos que usam ou usaram drogas chega a 17%, segundo o V Levantamento sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública de Ensino, realizado nas 27 capitais do Brasil pelo Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas – CEBRID em 2012.
O estudo afirma que entre as drogas mais utilizadas estão o álcool (68,9%), o tabaco (22,7%), os solventes (10,1%), a maconha (6,6%), os ansiolíticos (3,8%), as anfetaminas (2,6%) e a cocaína (1,6%). Por isso, para a psicóloga e consultora da Área Técnica da Saúde do Adolescente e Jovem – ASAJ do Ministério da Saúde, Patrícia Castro, é importante começar um trabalho preventivo na escola tratando, primeiramente, o uso de álcool. “Quando falamos sobre drogas com um adolescente, logo vem à cabeça as drogas ilícitas. Ele não tem ideia de que, ao consumir álcool, já está usando drogas. Mesmo que o álcool seja lícito, ele é um problema sério entre os jovens, que começam a beber já por volta dos 13 e 14 anos”, afirmou.
Para tratar sobre o tema com os jovens dentro da escola, a psicóloga recomenda o uso de metodologias participativas. “Não podemos nos prender apenas às palestras. Muitas vezes, dependendo da abordagem do palestrante, o conteúdo não vai atingir os alunos”, disse. Ela recomenda que os profissionais tragam a realidade do aluno para dentro da escola. “Uma abordagem interessante é fazer pequenas oficinas, trabalhos em grupos e dinâmicas com tom de bate-papo para que os alunos tragam suas experiências para serem debatidas”, explicou.
Castro acredita que há certa hesitação dos professores em trazer o tema para a sala de aula. “Muitos deles acham que é preciso ter uma formação específica para conversar sobre isso com os estudantes. Claro que é importante eles saberem sobre o assunto, mas não necessariamente precisam ser especialistas”, disse. A prioridade, segundo a psicóloga, é não adotar uma postura de julgamento em relação aos alunos. “Isso pode impedir que o jovem se abra sobre suas dúvidas e experiências. É importante debater junto, informar e levar ao jovem uma reflexão sobre o que ele vive dentro e fora da escola.”
O que geralmente acontece nas escolas é a abordagem do tema dentro da ciência. “É importante tratar os malefícios que a droga pode trazer para a saúde, mas, mais importante ainda, é trazer metodologias preventivas. Temos que ir além, porque o adolescente sabe que a droga faz mal, mas se preocupar com a saúde é ainda uma realidade distante dele”, declarou Castro.
A adolescente Thifani Ohana dos Santos participou de um trabalho desenvolvido por um professor em sala de aula. “Ele pediu para que pesquisássemos sobre um tipo de droga e fizéssemos uma apresentação. O trabalho rendeu, mas alguns alunos não se conscientizaram de que as drogas fazem mal e acabaram abordando mais os efeitos da droga do que os malefícios para a saúde”, contou.
Projeto
Utilizando uma metodologia participativa, o projeto Escola Sem Drogas, da ONG Associação Viver Livre, já atuou em instituições públicas e privadas em todo o Brasil e chegou ao conhecimento de cerca de 100 mil alunos. Idealizado pela educadora Laila Maffra, o projeto, que já tem 22 anos, trata do tema em três frentes: alunos, pais e professores. “Acreditamos que a prevenção será efetiva a partir do momento em que se consiga atingir o universo geral em que o aluno está inserido”, disse.
A partir de  sua experiência de vida, Maffra escreveu três livros de romances para adolescentes que trazem à tona o tema. “Fui usuária de drogas na adolescência e consegui me curar. Com a experiência, escrevi as histórias com o intuito de fazer os alunos se conscientizarem de maneira paradidática. Acredito que os livros são impactantes justamente por não abordar as drogas com um viés científico, mas literário”, disse. Para ela, isso faz com que o aluno se envolva na trama e seja capaz de vivenciar os malefícios dos entorpecentes.
Depois das leituras, o projeto trata do tema com bate-papos, conversas pessoais – que podem ser feitas pela página da especialista no Facebook – e palestras educativas utilizando elementos audiovisuais. “Com os professores, oferecemos uma capacitação para direcionar o assunto em sala de aula”, completou. A Associação Viver Livre oferece, ainda, tratamentos psicológicos para os jovens e família, em se tratando de casos mais isolados de vício.
Por Luana Costa / Blog Educação

FIQUE SABENDO - SUS vai registrar casos de agressão por homofobia

http://www.blog.saude.gov.br/
Equipe do Ministério da Saúde participa do lançamento do Sistema Nacional LGBT, na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. | Foto: Rondon Vellozo – Ascom/MS
O Ministério da Saúde vai tornar obrigatório o registro dos casos de violência por homofobia atendidos na rede pública de saúde. A iniciativa será aplicada a partir de agosto aos estados de Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul e, em janeiro do próximo ano, será estendida ao restante do país. O anúncio da obrigatoriedade ocorreu nesta quinta-feira (27) durante o lançamento do Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (Sistema Nacional LGBT), pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Na ocasião também foi apresentado Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil em 2012, produzido pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, considera que a obrigatoriedade da notificação será uma ferramenta importante de promoção e de garantia de direitos à comunidade LGBT. Segundo ele, o preenchimento de um formulário pelo profissional que realizou o atendimento vai tornar visível a dimensão real do problema da homofobia. “É fundamental conhecer a magnitude das violências que acometem esta população, identificando quem são as vítimas, quais os principais tipos de violências, locais de ocorrência, a motivação, a oportunidade do uso do nome social, dentre outras informações”, afirmou o ministro. Ele explicou que este conhecimento vai servir para a formulação e implementação de políticas públicas de enfrentamento às violências homofóbicas e políticas públicas de atenção e proteção à população LGBT.
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) já registra os atendimentos de violência contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes. O SINAN fornece subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área. A Lista de Notificação Compulsória (LNC) é composta por agravos e eventos selecionados de acordo com critérios de magnitude, potencial de disseminação, transcendência, vulnerabilidade, disponibilidade de medidas de controle e compromissos internacionais com programas de erradicação, entre outros fatores.
Documento – O Relatório sobre Violência Homofóbica aponta que, em 2012, ocorreram 3.084 denúncias e 9.982 violações de direitos humanos relacionadas à identidade de gênero. Isso representa um crescimento significativo, se comparado ao ano anterior, quando foram registrados 1.159 casos de denúncias de violência e 6.809 violações de direitos. Também houve crescimento de 183% do registro de vítimas de violência por homofobia, subindo de 1.1713 para 4.851. A maioria das vítimas (61,16%) tinha idade entre 15 e 29 anos. O documento foi realizado a partir da base de dados do Disque Direitos Humanos, Central de Atendimento à Mulher e 136 da Ouvidoria do Ministério da Saúde.
“O crescimento no número de denúncias mostra a confiabilidade nos sistemas que estamos instituindo e produzindo no Brasil”, observou a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário. Segundo ela, o recebimento dessas acusações configura um passo importante porque resulta em atitudes. “Quando recebemos estas denúncias, temos que mover uma rede de proteção e atendimento às vítimas”, complementou a ministra.
Para o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, O enfrentamento à violência requer a ação conjunta de diversos setores: saúde, segurança pública, justiça, educação, assistência social. “O SUS vai fornecer dados seguros para que sejam formuladas políticas públicas eficientes, preservando a integridade desta população”, ressaltou o secretário.
Sistema Nacional LGBT – Para qualificar e ampliar o atendimento à população LGBT, familiares, amigos e vítimas da discriminação, além de potencializar ações nas áreas de direitos humanos, segurança pública e assistência social, foi criado o sistema Nacional LGBT. Pretende-se integrar todas as entidades existentes no país, mas que funcionam de forma desarticulada. também, e construir um tripé formado pelos conselhos, coordenadorias e planos estaduais e municipais LGBT.
Fonte: Fabiane Schmidt / Agência Saúde

FIQUE SABENDO - Depressão: especialista alerta para perigo da automedicação de antidepressivos

http://www.blog.saude.gov.br/
Foto: Ocean/Corbis
Ficar triste, ansioso ou assustado por um motivo específico é um quadro normal do indivíduo. Já a depressão é uma doença, um distúrbio afetivo que acompanha o indivíduo e traz uma série de consequências a saúde mental e física.
“No sentido patológico, há presença de baixa autoestima, ansiedade, desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas, pessimismo, melancolia e tristeza profunda. Esse conjunto de fatores aparece com maior frequência e intensidade. É importante enfatizar que, assim como indivíduo fica alegre, nervoso, ficar triste é normal, não significa que a pessoa é ou está depressivo”, alerta o psicólogo e chefe da saúde mental do Hospital Federal da Lagoa, Celso Rubmann.
Os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são as consequências e não as causas da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição em seu histórico familiar. “Ficar triste é um quadro normal do ser humano. Entretanto, esse quadro acompanhado de outros fatores patológicos precisa ser diagnosticado e devidamente tratado por um médico especialista. O que está acontecendo nos dias de hoje, é que as pessoas estão tomando antidepressivos, remédios para dormir, ficar atento, sem necessidade. Todo medicamento precisa ter um acompanhamento adequado. Confundir a tristeza e personalidade mais fechada com depressão atrapalha o tratamento”, alerta o especialista.
Quimicamente, o estado depressivo é causado por um defeito nos neurotransmissores responsáveis pela produção de hormônios, como a serotonina e endorfina, que nos dão a sensação de conforto, prazer e bem-estar. “Quando há algum problema nesses neurotransmissores, o indivíduo começa a apresentar patologias como desânimo, tristeza, autoflagelação, perda do interesse sexual, falta de energia para atividades simples. O remédio ajuda muito, mas ele não é eterno. Se a causa primeira não for tratada, a depressão voltará. Por isso, é fundamental o apoio da família e um acompanhamento adequado para tratar o real motivo que desencadeou a depressão”, ressalta.
Segundo o especialista adotar atitudes mais saudáveis protegem o corpo do indivíduo contra os sintomas da depressão. “A pessoa precisa adotar hábitos saudáveis, mas é necessário buscar tratamento medicamentoso e com um especialista depois que a doença se instala, para descobrir a real causa. Um dos principais problemas de quem sofre esse mal é acreditar que a doença vai desaparecer por conta própria ou assumir que o mal-estar é permanente e faz parte da personalidade, o que não é verdade. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios de depressão”, finaliza.

Estados devem continuar vacinação de poliomielite até atingir meta

http://www.blog.saude.gov.br/
Vamos verificar os cartões de vacina se estão atualizados.
Encaminhar ao CMS quem encontra-se com a sua caderneta desatualizada. 
Embora a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite tenha encerrado na última sexta-feira (21), o Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que não atingiram a meta a prosseguirem com a mobilização até o próximo dia 5 de julho. O balanço parcial divulgado hoje (27) indica que 11,3 milhões de crianças entre seis meses e menores de cinco anos foram imunizadas contra a doença em todo o país, o que corresponde a 87,6%do público-alvo, formado por 12,9 milhões de crianças. A expectativa é chegar 95%, ou seja, 12,2 milhões de crianças.
De acordo com os números preliminares informados pelas secretarias de saúde até às 10h desta quinta-feira (27), doisestados já atingiram a meta: Acre (97,3%) e Roraima (96,7%). Os outros estados com as maiores coberturas vacinais são: Rondônia (94,8%); Santa Catarina (93,6%); Rio de Janeiro (93,5%); Goiás (93,5%); Paraná (92,8%); Maranhão (92,3%); Sergipe (91,6%) e Rio Grande do Sul (90,5%).
Apesar da meta ainda não ter sido atingida na maioria dos estados, acoordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, Carla Domingues, considera os números da campanha satisfatórios até o momento. “Esses dados ainda são preliminares e, só depois de consolidados, o Ministério da Saúde terá um panorama real da cobertura em todo o país”, observou.
A coordenadora reforça a necessidade de manter a alta cobertura vacinal que ajudou a erradicar a doença no Brasil. “Quem ainda não conseguiu levar o filho para tomar as duas gotinhas, deve procurar qualquer unidade de saúde. É importante a conscientização dos pais sobre a importância desta imunização para que possamos manter o Brasil livre da pólio”, alertou.
Segundo a coordenadora, além da vacina contra a poliomielite, os pais que levarem as crianças aos postos de vacinação poderão aproveitar para atualizar as vacinas em atraso. “É fundamental que os responsáveis não se esqueçam de levar a carteirinha de vacinação de seus filhos para que os profissionais possam avaliar a situação vacinal da criança”, destacou.
O último caso registrado de poliomielite no Brasil foi há 24 anos e, desde 1994, o país mantém o certificado emitido pela Organização Mundial da Saúde(OMS) de erradicação da poliomielite.  A paralisia infantil não tem cura e a vacina é a única forma de prevenção.A aplicação das gotinhas permite também a disseminação do vírus vacinal no meio ambiente, ajudando a criar a imunidade de grupo, reforçando a proteção coletiva em todas as crianças.

UF
Total
População
Doses
Cob. (%)
AC
75.986
73.914
97,3
RR
44.559
43.092
96,7
RO
120.632
114.329
94,8
SC
381.720
357.407
93,6
RJ
936.853
876.339
93,5
GO
407.632
381.130
93,5
PR
666.153
618.136
92,8
MA
583.645
538.631
92,3
SE
157.879
144.655
91,6
RS
601.135
544.280
90,5
AL
249.351
223.023
89,4
PB
265.576
237.234
89,3
AM
345.998
308.921
89,3
ES
229.641
203.873
88,8
MG
1.180.492
1.046.630
88,6
CE
594.060
525.694
88,5
SP
2.563.011
2.227.366
86,9
RN
218.286
187.123
85,7
PE
631.037
540.794
85,7
PA
679.716
572.664
84,2
PI
229.365
193.084
84,2
MS
180.505
147.359
81,6
BA
974.884
757.125
77,6
TO
114.320
88.610
77,5
DF
182.909
139.629
76,3
MT
228.510
169.446
74,1
AP
66.630
43.735
65,6
BRASIL
12.910.485
11.304.223
87,6
Fonte: Newton Palma / Agência Saúde

FIQUE SABENDO - Faixa etária de vacinação contra hepatite B é ampliada para 49 anos

FONTE: PCRJ

Imunizante está disponível nas unidades básicas de saúde

19/06/2013

A vacinação contra hepatite B foi ampliada. Pessoas com até 49 anos já podem receber o imunizante. Até o ano passado, a vacina era oferecida apenas à população com até 29 anos.  O imunizante está disponível em todos os postos de saúde do município. São mais de 200 salas de vacinação.

A vacina contra a hepatite B é a forma mais segura e eficaz de se prevenir contra a doença. Para estar protegido, é preciso tomar três doses, sendo a segunda aplicada 30 dias após a primeira, e a terceira seis meses após a primeira.

O imunizante também é disponibilizado aos grupos prioritários, com maior risco de ter a doença, independentemente da faixa etária: manicures, pedicures, profissionais do sexo, homossexuais e outros.

A hepatite B é uma doença viral e infecciosa. Por muitas vezes, é silenciosa. A hepatite B é uma das principais causas de cirrose hepática e sangue no fígado. A transmissão se dá pelo sangue, por meio de compartilhamento de seringas e por relações sexuais desprotegidas.